Catequistas celebram Jubileu da Esperança em Duque de Caxias com manhã de formação e Missa presidida por Dom Tarcisio

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O último domingo de setembro (28) foi um dia de graça, reencontro e renovação para os catequistas da Diocese de Duque de Caxias. Reunidos desde as primeiras horas da manhã no Colégio Santo Antônio, no Centro da cidade, eles celebraram o Jubileu da Catequese, vivenciando um tempo de escuta, oração e comunhão.

A programação começou com acolhida e café partilhado entre as regiões pastorais, seguido de um momento de animação conduzido por William Marinho, da Comunidade Kerissein, e da oração inicial inspirada no Ofício Divino das Comunidades.

O ponto alto da manhã foi a formação conduzida pelo Frei Lucas Soares, IFE, que refletiu sobre o tema “Jubileu da Esperança”. O religioso destacou que o Jubileu é um tempo de graça, perdão e recomeço, um convite a redescobrir a confiança nas promessas de Deus mesmo em tempos de incerteza.

“A esperança cristã não é um simples otimismo humano, mas uma confiança firme de que Deus cumpre suas promessas, mesmo em meio às dificuldades. É redescobrir que Cristo ressuscitado caminha conosco e que o Evangelho tem sempre força de novidade”, afirmou Frei Lucas.

Na reflexão, o frade ressaltou que o catequista é chamado a ser “ministro da esperança”, alguém que testemunha a fé e ajuda outros a perceber que a vida tem sentido porque Deus os ama. Inspirado em palavras do Papa Francisco, ele recordou que ser catequista “não é um ofício, mas um modo de ser”, que exige oração, escuta e coerência de vida.

“Ensinar a fé é ensinar que o perdão é possível, que ninguém está perdido, e que a Igreja é comunidade de esperança”, destacou o frei, convidando os participantes a renovarem o compromisso de viver sua missão com alegria e perseverança.

Após o momento formativo e um breve diálogo aberto, os catequistas seguiram em procissão rumo à Catedral de Santo Antônio, igreja jubilar da diocese. Às 11h, participaram da Missa Jubilar presidida por Dom Tarcisio Nascentes dos Santos, bispo diocesano.

Durante a homilia, Dom Tarcisio inspirou-se na passagem de Gálatas 2,20 — “Já não sou eu quem vive, é Cristo que vive em mim” — para falar da profunda união que o discípulo deve buscar com o Senhor.

“Quando estamos unidos a Cristo, exalamos o seu perfume, e é esse perfume de Cristo que o catequista leva às famílias, às crianças, aos jovens. Ser catequista é deixar-se transformar por Ele, para transformar o mundo com amor e esperança”, afirmou o bispo.

Ao final da celebração, o bispo expressou gratidão a todos os catequistas, recordando que a missão deles é essencial para a vida da Igreja: “Vocês são semeadores da fé, testemunhas vivas do amor de Deus nas comunidades”.

Segundo a Comissão Diocesana da Catequese, o jubileu teve como propósito fortalecer a fé e renovar o compromisso dos catequistas com a missão evangelizadora. “Queremos que este encontro seja um marco na caminhada catequética, reafirmando a importância da iniciação cristã em nossas comunidades”, destacou a equipe organizadora.

O Jubileu da Catequese integrou o caminho diocesano rumo ao Jubileu da Esperança 2025, convocado pelo Papa Francisco, e reforçou o apelo para que cada catequista seja sinal de esperança e reconciliação no mundo de hoje.

Imagens: Pascom N. S. Graças (Éden) e Pascom Catedral de Santo Antônio
Colaboração: Marcela Rocha – Pascom Catedral de Santo Antônio

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