A Diocese de Duque de Caxias realiza, ao longo de novembro, uma série de missas inculturadas afro em diversas comunidades. As celebrações integram a programação do Mês da Consciência Negra, período dedicado a reconhecer a história, a resistência e as contribuições do povo negro na formação do Brasil e da própria Igreja. É também um tempo para refletir sobre desafios ainda atuais e reafirmar o compromisso com a dignidade e a igualdade racial.
As missas inculturadas afro unem elementos da cultura afro-brasileira — como ritmos, símbolos e expressões próprias — à liturgia católica, sempre com profundo respeito ao Mistério celebrado. São celebrações que valorizam a identidade de comunidades negras e mostram que o Evangelho se faz presente na diversidade dos povos. Na diocese, esse trabalho conta com o incentivo da Pastoral Afro-Brasileira, que promove ações de valorização da cultura e da memória do povo negro.
A programação começa no domingo, 16 de novembro, às 16h, na Catedral de Santo Antônio, no Centro de Duque de Caxias. Segue na quarta-feira, 19, às 19h30, na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar, no bairro Pilar. No dia 20 de novembro, data simbólica para o movimento negro, haverá celebrações às 9h, na Comunidade Matriz de Nossa Senhora de Fátima, em Parada Angélica, e às 10h, na Comunidade São José, em Engenheiro Belfort, São João de Meriti. O ciclo se encerra no domingo, 23, com missa às 9h30 na Comunidade Senhor do Bonfim e, às 19h30, na Comunidade Jesus Crucificado, em Imbariê.
Com essa iniciativa, a Diocese de Duque de Caxias reforça o compromisso com uma Igreja que valoriza a diversidade de seus fiéis, reconhece as feridas provocadas pelo racismo e celebra a espiritualidade que floresce da resistência e da esperança do povo negro.


Agência Hesed.